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sábado, 13 de agosto de 2011

ÓCULOS DE SOL: O MODELO CORRETO PARA SEU ROSTO.

Eu amo óculos.

Definitivamente usar óculos está na moda. A aposta no modelo certo pode incrementar o look sem comprometer o visual. Aprenda com as dicas de quem entende do assunto, saiba quem são os famosos que adoram óculos e confira lindos modelos para todos os gostos
Para o esteta ótico Miguel Giannini, os óculos têm de ter a cara da pessoa, e isso não significa apontar um modelo simplesmente com base no formato do rosto. “A primeira coisa que devemos levar em conta é a personalidade da pessoa. Os mais extrovertidos gostam de brincar com materiais e cores, os tímidos preferem modelos discretos”, disse. Além do formato do rosto, Miguel leva em conta a altura das sobrancelhas e nariz, formato de olhos, e tonalidade da pele e cabelos:

Nariz.

É ele quem equilibra os óculos durante todo o dia. “Um óculos que incomoda no nariz é pior do que sapato apertado”, brinca Giannini. O cuidado especial fica por conta daqueles que têm o nariz, digamos assim, protuberante. Segundo Giannini, quem tem o nariz um pouquinho maior que o normal deve escolher armadura com ponte baixa (ponte é o arco que se apóia no nariz) e de cor clara. “O arco de cor escura ressalta ainda mais o nariz”, comenta.

Sobrancelhas.

As sobrancelhas são responsáveis por grande parcela de nossa expressão e, por isso, nunca deveriam ficar escondidas pela armação dos óculos. As sombrancelhas ficam sempre aparentes e as armações devem ficar cerca de 3 milímetros abaixo delas.
Cores de olhos, cabelos e pele: os discretos devem escolher óculos com armação de tonalidade próxima à da pele. Os mais ousados podem apostar nos contrastes e brincar com as cores. Você também pode combinar a cor dos óculos com a cor de olhos ou cabelos.

Personalidade.

Aos extrovertidos tudo é liberado e toda ousadia é permitida. Para os tímidos, apenas modelos clássicos e cores suaves. Um óculos de cor forte, escolhido aleatoriamente pode incomodar o tímido, piorando assim o seu problema ocular por falta de uso.

Dicas de mestre.

Miguel Giannini é mestre em sua arte. Ele foi o precursor do atendimento personalizado em óculos que modificou todos os conceitos de técnica e estética ótica dentro e fora do Brasil. O simpaticíssimo esteta ótico já atendeu mais de 500 mil clientes, ente eles, três presidentes da república (Sarney, FHC e Luis Inácio Lula da Silva), além de outros políticos e famosos como Ana Maria Braga, Mel Lisboa e Glória Meneses.
Atenção para as dicas, e não erre na escolha:
  • A regra de escolher os óculos com base no formato do rosto (oval, quadrado, redondo, comprido) é um equívoco. Um rosto de formato oval, por exemplo, pode ter outras subdivisões como oval pêra, oval maçã, e assim com os demais formatos. Por isso, achar que basta saber o formato do rosto para escolher o modelo de óculos não é correto.
  • Tão importante quando a moldura dos óculos é a lente. Alto grau de miopia requer lentes mais grossas, o que pesa um pouco no visual. É preciso “jogar” com esses elementos. Um óculo de grau forte, não pode ser muito grande, por exemplo.
  • Existem muitas grifes famosas de óculos, algumas bem caras. Todas elas são muito boas, mas é bobagem comprar óculos por causa da marca. A grife quem faz é você! Você não deve se adaptar aos óculos de uma grife porque ele é bonito, os óculos é que devem se adaptar ao seu rosto.
  • Eu recomendo que cada pessoa tenha dois ou três óculos diferentes. Um para o dia-a-dia, outro para eventos sociais e também o solar. Os óculos sociais podem ter mais personalidade, um charme a mais. No dia-a-dia, as pessoas preferem os mais discretos.
Agora que você conferiu todas as dicas sobre óculos, não precisa mais aturar aquele trambolho sem graça. Dê atenção especial para aqueles que vão emoldurar a janela da alma, os olhos.
Fonte: delas.ig.com.br
MODELO CORRETO PARA SEU ROSTO.
Dicas sobre óculos num guia rápido e explicativo, que pode ajudá-lo a renovar seu visual – ou criar um novo estilo
Faz muito tempo que a palavra acessório, definição para todas as outras peças de moda que não são roupas, merece ser modificada. Pudera. Nos dicionários, essa palavra sempre aparece com o significado de algo que não é principal ou daquilo que se junta a alguma coisa, “sem dela ser parte integrante”.
Curiosamente, desde que a moda é moda esses significados não traduzem – nem de longe – o impacto que um óculos, uma bolsa, um sapato ou uma bijuteria podem causar em uma produção. Muitas vezes, o tal “acessório” é bem mais importante do que a própria roupa. E sempre, mas sempre mesmo, o acessório é parte integrante do look e precisa ser tratado como tal para não derrubar aquele modelão estupendo que você comprou em uma loja de grife. Ou é essencial para levantar aquele pretinho básico que, usado sem ao menos um colarzinho de pérolas, fica meio sem graça.
“Os acessórios se tornaram uma peça fundamental na composição de um look, porque eles diferenciam as pessoas que o usam, confirmando seu estilo pessoal”, afirma a consultora de imagem Titta Aguiar, autora do livro “Acessórios”, da editora Senac. Não é à toa que este é um dos segmentos que mais cresce no mercado fashion: as pessoas sabem, quase que por instinto, que uma mesma roupa pode ganhar diferentes versões, dependo da bolsa, da pulseira, do sapato e dos óculos.

Mania de óculos.

“Os óculos são um acessório que falam de você e por você”, afirma Voriques Oliveira, um dos mais respeitados ópticos do país. E é por isso que, muitas vezes, ele é procurado até por pessoas que não precisam usar o modelo oftálmico. “Atendo jovens médicos e advogados que, mesmo sem ter qualquer problema de visão, sentem necessidade de usar óculos para parecerem mais velhos e para passarem uma imagem mais consistente para seus clientes”, revela o óptico.
O impacto visual causado por um acessório, especialmente os óculos, é tão forte que Voriques adora contar uma história pessoal em que sua expertise teve uma influência positiva. “O filho da minha madrinha foi escolhido entre muitos candidatos a um MBA nos EUA. Tempos depois ele descobriu que, embora todos os candidatos tivessem um nível tão bom quanto o dele, a pessoa encarregada de fazer seleção o escolheu porque achou lindo os óculos que ele usava no dia da entrevista. E era uma armação que eu havia indicado!”, conta orgulhoso. Fora esses casos, ele ainda atende vários clientes que, mesmo após fazer a cirurgia para correção de miopia, continuam a comprar óculos de grau somente por uma questão de estilo.
“Quando a pessoa está com o modelo de armação certa é sempre bem visto onde quer que vá”, sentencia Voriques. Por isso, atualmente, é muito comum ver uma pessoa sair da óptica com pelo menos dois modelos diferentes. “Hoje, ter dois ou três modelos com armações diferentes é visto como um investimento”, explica a consultora de imagem Titta Aguiar. “Eles demoram mais para sair de moda do que uma roupa e ainda ajudam a disfarçar aquela noite mal dormida, a falta de maquiagem ou até a falta de tempo para montar uma produção. Com um bom óculos, até a dupla jeans e camiseta parece ficar mais bacana”, garante.
Por conta dessa procura, as grifes de roupa consagradas, entre elas Chanel, Gucci, Prada, Dior, Armani, Fause Haten e Dolce & Gabbana, têm apostado todas as fichas no mercado óptico. “Hoje os óculos fazem parte da linha de frente das grandes marcas. São tão importantes quanto a linha de maquiagem, de bolsas, de sapato, de perfume... O motivo é simples: é muito mais barato comprar um óculos do que a roupa de uma grife famosa. E um bom modelo pode, muitas vezes, ser a parte mais importante de um look, porque os olhos são o foco da atenção”, explica a jornalista de moda Lílian Pacce. Ela mesma é tão apaixonada por óculos que na capa do seu livro Pelo mundo da moda, também da editora Senac, está na foto com um belo modelo. Expert, a jornalista diz que suas apostas para esta temporada ainda são os modelos grandes, de acetato, estilo anos 60 que seguem a linha futurista e são femininos. E também acredita que o modelo máscara tem uma vida longa no mundo fashion.

Curiosidades*.

A palavra óculos vem do termo ocularium, da Antiguidade Clássica. E ela servia para designar os orifícios feitos na cabeça das armaduras dos soldados para que eles pudessem enxergar.
No século 17 surgiram os primeiros modelos com hastes fixas sobre as orelhas.
Na década de 20 os antigos modelos foram substituídos pelos óculos com aros superiores ou inferiores finos e leves.
O primeiro par de óculos foi inventado em 1885 para proteger a visão das pessoas que ficavam expostas ao reflexo da neve – entre eles, membros das expedições polares que, muitas vezes, chegavam a ficar cegos.
Somente na década de 30 é que os óculos se tornaram populares.
E muito depois, graças às divas do cinema Ava Gardner, Audrey Hepburn, Grace Kelly e a primeira-dama Jacqueline Kennedy – mais tarde, Jacqueline Onassis – os óculos de sol ganharam status de chique.
Fonte: www.2020brasil.com.br.

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